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Viva Rio
- 21/03/2007

 

O Viva Rio é uma organização não-governamental, com sede no Rio de Janeiro, engajada no trabalho de campo, na pesquisa e na formulação de políticas públicas com o objetivo de promover a cultura de paz e o desenvolvimento social.

 

Fundado em dezembro de 1993, por representantes de vários setores da sociedade civil, como resposta à crescente violência no Rio de Janeiro, o Viva Rio desenvolveu e consolidou uma ampla gama de atividades e estratégias bem sucedidas.

 

Através de pesquisa, elaboração e teste, as soluções propostas pelo Viva Rio são, inicialmente, realizadas em pequena escala. Atingindo resultados positivos, essas ações podem ganhar grandeza e se tornarem políticas públicas reproduzidas pelo Estado, pelo mercado e por outras ONGs.

 

Apesar do trabalho do Viva Rio ter se iniciado em resposta a problemas locais, com os quais permanece profundamente comprometido, a natureza multifacetada da segurança o conduziu ao envolvimento internacional. Assim, as soluções precisam ser simultaneamente globais e locais.

 

Dessa forma, o Viva Rio identificou o seguinte cenário social da violência urbana:

 

- Grupos de risco: população juvenil dos bairros pobres formam o principal grupo de risco para a violência armada. 

 

- Vetor: O vetor principal da epidemia de violência urbana são as armas de fogo, que agravam os conflitos, banalizam os crimes letais, simbolizam a insegurança.

 

- Áreas críticas:  As áreas críticas são as favelas e as periferias pobres. O trabalho social deve ser integrado a processos de reabilitação urbana..

 

Apesar de não existir razão simples que ligue pobreza e exclusão social com violência armada urbana, quando a violência começa, esses três fatores se reforçam mutuamente num círculo vicioso. Para romper o círculo, a segurança, a inclusão social e o desenvolvimento precisam ser integrados.

 

Partindo desses pressupostos, o Viva Rio desenvolve o seu trabalho em três áreas - Ações Comunitárias, Comunicação e Segurança Humana – com os objetivos em comum de incluir socialmente os jovens em situação de risco, reformar o setor de segurança e controlar a oferta e demanda de armas de fogo pequenas e leves.

 

 

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